domingo, 5 de outubro de 2008

Resto de ossos

Olhos inchados,
passos no corredor.
A separação em câmara lenta,
Um vídeo chegando ao fim.

Ressalvas no poema-despedida,
um suspiro de partida,
um último adeus.
As mãos que soltaram-se
não pode juntar de novo D'us.

2 comentários:

Daniela Patrício disse...

Lindo!
Incrível como conseguimos sentir através dos versos...

Carlos Eduardo Mélo disse...

Escrever é, sem dúvidas, voar. LIBERDADE..
parabéns!