sábado, 18 de julho de 2009

Sublime

Muitas vezes o que se quer é um abraço, nada mais do que isso.
Apenas um "olá" de quem se quer bem.
Um leve tocar de mão e o sorriso estamparia-se claro e radiante no rosto.
Um beijo, e quem sabe se poderia alcançar a nuvem mais alta no céu.
Se se gosta, tudo é lembrança.
Se realmente se gosta - e não sei se consegues me compreender - estar na presença do ser amado é tudo o que se precisa.

E se é amor, que posso fazer?
E se não for por você, por quem viver?
Por mim mesma, que já não sou só, que sou sua?

Uma noite de lágrimas e coração partido, tão parecida com uma vida de declarações por um poema escondido.

Às vezes perco a razão, e quase sempre finalizo o poema assim, com o coração na mão.

Um comentário:

Fernando disse...

Quero eu um dia perder a razão e conseguir ter o corãção a mão.