terça-feira, 8 de junho de 2010

Diagnosis

Dói no topo do peito
Forma de canoa com as mãos
Aperta dentro do corpo
Revira o estômago
Aperta o coração
Escapam lágrimas
Sem motivos
Meus sentidos
Deslocados
Veias pulsam nos dedos
Artérias, átrio, ligamentos
Conexões cerebrais não mentem
Pequenas brigas não sentem
Não ser ausente
O que veio por aí
O que me diz
Há mais
Há mor
Amor.

4 comentários:

Breno Peres disse...

parece amor... e ficou tao forte que nem cabe no peito. Assim tirei de mim e já não sei se sinto ou se é apenas saudade.

Sr. Reticente disse...

Sanfonei seu poema e ficou assim: "Dói no topo do peito... Amor.". O que há entre o início e o fim é bem o que você diz!

Bom domingo e ótima semana!

P. Frassinetti disse...

é amor é amor... revirou o estômago, pulsou o sangue... é amor!

Fernando disse...

Eu vou ser médico e leio uma poesia dessas. Meu êxtase mal permite comentários.

beijos e saudades